
Sinto o cheiro do velho,
Sentimentos escondidos a chave,
Revirei o que resolvi esquecer.
Deixei a luz entrar,
Senti medo de estar viva,
Senti o cheiro da chuva.
Quis o vento no rosto,
Atingi as estrelas,
Mesmo andando no penhasco,
Sem medo de qualquer fiasco.
Foi bom abrir o baú
Deixar o corpo nú,
Agora a lua brilha.
O vento sopra,
Não há mais poeira,
De um coração cansado,
De tentar ser amado,
E não enxergar o fim.
6 comentários:
E q bom que "não há mais poeira..."
Bjos
se vce não sabe, tens conhecimento agora de que eu AMO suas coisas!
x)
beijinhos!
Olá Juliana,
Tive a calma e o prazer de lê-la, por isso não respondi de imediato. Gostei muito da sua poesia e fico feliz de encontrar pessoas de bom gosto como você. Continue, continuemos.
Saudações,
Pedro Lago.
O problema é que eu não quero esquecer, quero reviver...
Não se joga no lixo um grande amor, só espero que ela entenda isso também.
Beijinhos
...Juliana minha linda,
obrigada pela visita e convite
lá em casa.
obrigada mesmo, pois assim eu
pude chegar até aqui, e o que
encontro é poesia pura,
vindo de um coração lindo.
desnudar a alma é dar vazão
às emoções.
e poucos o fazem como você
faz aqui...
parabéns pela autenticidade.
tenha certeza que voltarei sempre,
se eu puder entrar, é claro...rss
para tanto já estou criando um link
lá no meu cantinho.
bjus procê!
lindo lindo!
:*
só nao sei porque nao postas mais..
:/
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