domingo, 12 de outubro de 2008

Abrindo o lacre



Sinto o cheiro do velho,
Sentimentos escondidos a chave,
Revirei o que resolvi esquecer.

Deixei a luz entrar,
Senti medo de estar viva,
Senti o cheiro da chuva.

Quis o vento no rosto,
Atingi as estrelas,
Mesmo andando no penhasco,
Sem medo de qualquer fiasco.

Foi bom abrir o baú
Deixar o corpo nú,
Agora a lua brilha.

O vento sopra,
Não há mais poeira,
De um coração cansado,
De tentar ser amado,
E não enxergar o fim.

6 comentários:

Késia Maximiano disse...

E q bom que "não há mais poeira..."

Bjos

Tatah Marley's Confissões disse...

se vce não sabe, tens conhecimento agora de que eu AMO suas coisas!
x)
beijinhos!

Pedro Lago disse...

Olá Juliana,

Tive a calma e o prazer de lê-la, por isso não respondi de imediato. Gostei muito da sua poesia e fico feliz de encontrar pessoas de bom gosto como você. Continue, continuemos.
Saudações,
Pedro Lago.

Marcelo disse...

O problema é que eu não quero esquecer, quero reviver...
Não se joga no lixo um grande amor, só espero que ela entenda isso também.

Beijinhos

Vivian disse...

...Juliana minha linda,
obrigada pela visita e convite
lá em casa.

obrigada mesmo, pois assim eu
pude chegar até aqui, e o que
encontro é poesia pura,
vindo de um coração lindo.

desnudar a alma é dar vazão
às emoções.
e poucos o fazem como você
faz aqui...

parabéns pela autenticidade.

tenha certeza que voltarei sempre,
se eu puder entrar, é claro...rss

para tanto já estou criando um link
lá no meu cantinho.

bjus procê!

Tatah Marley's Confissões disse...

lindo lindo!
:*
só nao sei porque nao postas mais..
:/