
Pai!
Me dê forças para entender,
Compreender, amar
Mesmo aqueles que só pensam em matar,
Odiar, invejar.
Pai!
Me dê a benção de sempre,
Sorrir como criança que ganha
Um brinquedo.
Me ensina a enfrentar a vida,
Que eu escolha o certo ao duvidoso.
Pai!
Faz de mim o vento que sopra
do sul ao norte.
Que as palavras da poeta
deixem as lagartas explodirem em borboletas.
Pai!
Que o medo da solidão,
seja passageiro como a demora
do abrir e fechar dos olhos.
Pai!
Faça de mim um veículo
da sua sabedoria e paixão.
E mostre que o amor
sem água perde o viço.
Os corpos se encontram sempre,
mas as almas apenas uma vez.
Pai!
Faça com que eu comtemple
A vida a cada amanhecer.
E que consiga viver cada
dia como se fosse o último.
Que nasça menina
e morra mulher.
Porém com o espírito de criança,
onde nunca morre o brilho no olhar
e a coragem de se doar.
Um comentário:
Juliana, linda a poesia!!!Tocou-me muito.
Parabéns
Beijos,
Bethe
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