Ao despertar da manhã,
Sinto o cheiro do orvalho,
Mesmo com a luz cristã,
Que sob as entranhas da min'alma,
Sinto o pulsar de uma respiração vil,
Energia viril.
Vejo que a cor de minha aurea,
É tão colorida como a luz que se dispersa no fino cristal,
Desabrochar em cada passo da vida,
Descobrir novas etapas e novas resplandencências.
Talvez novas feridas, ou uma linda pétala aveludada,
Dão o contorno da minha história de carne e alma.

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