
Seria o fim de tarde,
Seria o início da arte,
O sol que arde...?
Não desejo ir a Marte,
Não quero o coração em parte,
Prefiro o fim da tarde.
Início, meio e fim,
Assim toca seu folhetim,
Não sei o que arde em mim,
Mas quero mesmo assim,
Não sei se espero o fim.
Talvez haja a arte em mim,
Te quero mesmo assim,
A rima que toca em mim.
Rima que toca a alma,
Para alguns acalma,
Para outros aquece o corpo,
E permanece somente em torno,
Do contorno morno.
Quero dormir em paz,
Rezar quiça voraz,
Para rever o riso sagaz,
Daquele rapaz...
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