
Pensamentos que invadem,
Perco o prumo da estrada,
A linha imaginária entre razão e emoção se fundem.
O coração aperta,
O choro cai,
Deito no balanço do meu colo,
Me encolho ao meus braços,
E volto a ser criança assustada.
Medo da minha própria onda de sentimentos,
Uso a roupa dos covardes,
Me intitulo a incapaz.
Medo de desconhecido,
Medo da incerteza,
Insegurança do imaginário.
Após a expurgação do choro,
A lavagem da alma,
O olhar crítico de preocupação de meu ego,
Cuido de mim.
Retiro a roupa maltrapilha dos coitados,
Lavo as feridas da alma,
E busco a confiança,
A força, o eixo, a sensatez.
Sobrevivi a mais uma tormenta.
" Será só imaginação,
será que nada vai acontecer,
Será que é tudo isso em vão,
Será que vamos conseguir vencer?"
(Legião Urbana)
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