
Aprendo com a vida todos os dias...
Gostaria de saber o amanhã para não sofrer hoje, ou já estar feliz com o que viesse a acontecer. Mas vejo que não controlamos nada. Simplesmente e somente no máximo podemos desejar algo. Nunca saberemos até que o fato se concretize se iremos realizar algo desejado ou não.
Aprender a se contentar com o que temos no momento pode causar uma latência em quem se acomoda ou uma imensa inquietação em quem não aceita não ter o controle de tudo a sua volta. A latência traz falta de perspectivas, marasmo, involução. Já o outro extremo da versão dos fatos traz crescimento, conquistas, evolução, contudo traz certos momentos a não valorização do que possui, pois a inquietação não permite sentir que o que já possui é importante.
Esses dois momentos são tão diferentes e pertencem ao comportamento humano, convivem conosco o tempo todo. Hora queremos a evolução, o crescimento e hora gostaríamos de voltar a ser criança e dormir aconchegado no colo da mãe.
Somos uma mistura de felicidade e tristeza, raiva e amor, confiança e desconfiança. Gostaríamos de não errar, gostaríamos de fazer as melhores escolhas. Tudo para não sofrer. Mas chorar faz parte, sofrer desilusões, cair e levantar. Sofrer abalos emocionais sempre é esperado, mas nunca desejado. Sentir as emoções é divino, exercitar o equilíbro de todos esses lados antagônicos dentro de nós é amadurecimento, sem dúvida.
Gostaria de me sentir sempre forte, dona de mim. Gostaria de não sofrer, de amar e ter certeza de ser amada. Mas sei que a vida não é assim. Então busco respirar, busco meu eixo, meu eu. Penso que procurando o meu equilíbro sempre é possível sobreviver a qualquer terremoto emocional. Então tudo se acalma e consigo esperar pelo desconhecido: o futuro.
As vezes me faço aos pedaços,
Reparto minha alma aos abraços,
Desejo estar aos enlaços,
Principalmente dos seus braços.
Gostaria de entender os sussurros,
Que minha alma grita,
Inquietante saudade do momento de felicidade.
Certas horas gostaria de ser criança,
Não queria entender as palavras,
Somente tocar o mundo a minha volta,
e sentir a brisa que sopra sobre meu rosto.
O coração dói com a razão,
A mente vaga com a emoção,
Manter a balança é estar sempre na corda bamba,
E bailar sobre o destino é divino para muitos e inatingível para outros.
Me reuno dos cantos do mundo,
Respiro o momento que mesmo faço.
Penso que domino o caminho,
Mas vejo que apenas danço a música e que nunca saberei o final.
Gostaria de saber o amanhã para não sofrer hoje, ou já estar feliz com o que viesse a acontecer. Mas vejo que não controlamos nada. Simplesmente e somente no máximo podemos desejar algo. Nunca saberemos até que o fato se concretize se iremos realizar algo desejado ou não.
Aprender a se contentar com o que temos no momento pode causar uma latência em quem se acomoda ou uma imensa inquietação em quem não aceita não ter o controle de tudo a sua volta. A latência traz falta de perspectivas, marasmo, involução. Já o outro extremo da versão dos fatos traz crescimento, conquistas, evolução, contudo traz certos momentos a não valorização do que possui, pois a inquietação não permite sentir que o que já possui é importante.
Esses dois momentos são tão diferentes e pertencem ao comportamento humano, convivem conosco o tempo todo. Hora queremos a evolução, o crescimento e hora gostaríamos de voltar a ser criança e dormir aconchegado no colo da mãe.
Somos uma mistura de felicidade e tristeza, raiva e amor, confiança e desconfiança. Gostaríamos de não errar, gostaríamos de fazer as melhores escolhas. Tudo para não sofrer. Mas chorar faz parte, sofrer desilusões, cair e levantar. Sofrer abalos emocionais sempre é esperado, mas nunca desejado. Sentir as emoções é divino, exercitar o equilíbro de todos esses lados antagônicos dentro de nós é amadurecimento, sem dúvida.
Gostaria de me sentir sempre forte, dona de mim. Gostaria de não sofrer, de amar e ter certeza de ser amada. Mas sei que a vida não é assim. Então busco respirar, busco meu eixo, meu eu. Penso que procurando o meu equilíbro sempre é possível sobreviver a qualquer terremoto emocional. Então tudo se acalma e consigo esperar pelo desconhecido: o futuro.
As vezes me faço aos pedaços,
Reparto minha alma aos abraços,
Desejo estar aos enlaços,
Principalmente dos seus braços.
Gostaria de entender os sussurros,
Que minha alma grita,
Inquietante saudade do momento de felicidade.
Certas horas gostaria de ser criança,
Não queria entender as palavras,
Somente tocar o mundo a minha volta,
e sentir a brisa que sopra sobre meu rosto.
O coração dói com a razão,
A mente vaga com a emoção,
Manter a balança é estar sempre na corda bamba,
E bailar sobre o destino é divino para muitos e inatingível para outros.
Me reuno dos cantos do mundo,
Respiro o momento que mesmo faço.
Penso que domino o caminho,
Mas vejo que apenas danço a música e que nunca saberei o final.
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