segunda-feira, 23 de junho de 2008

Saudade do meu amigo / A morte






Perdi um amigo dia 10/06/08, e isto me levou a repensar vários aspectos da vida, vários medos e questionamentos que nos submetemos ao tomarmos decisões em nossas vidas. As vezes nos tolimos demais, nos questionamos demais e na verdade não sabemos se estaremos vivos para esperar tantas respostas. Assim em Homenagem a este meu amigo surgiram duas Poesias:






Saudade do Meu Amigo



Sujeito alegre e vibrante,

Vida a transbordar,

O sorriso que ilumina a alma,

O abraço pronto para acalentar.



Palavras cheias de sabedoria,

Atitudes do exímio exercício da vida,

Gestos que repudiam a melancolia.




A flor murchou,

Mas o pássaro que habita os sonhos,

Estará sempre a cantarolar,

As várias músicas de ninar.




A morte



Certeza do fim,

Inesperado momento.

Para alguns acalento,

Para outros tormento.



Dor que arde na alma,

Momento que valoriza a vida,

Lembranças acalentam o vazio,

Aquecem o coração sombrio.

Um comentário:

Premio Blog disse...

Sinto muito pelo seu amigo.
Também gosto muito de escrever, não escrevo tão bem quanto você mais gostaria de convidá-la a ler uma adaptação do conto " Quem boa cama faz" de Machado de Assis para TV. Que ficou titulada como " Pobre é o amor que pode ser descrito."
Esta no endereço:
http://pobreeoamorquepodeserdescrito.blogspot.com/
Abraço...
Jonay Soares