
Não torne o seu dia-a-dia uma guerra...
Acordamos todos os dias. Realizamos nossas tarefas diárias, seja: tomar café, escovar os dentes, trocar de roupa, trabalhar, dormir e voltar a acordar. Realizamos tudo isso, praticamente de forma automática. Mas, paro e penso, será que damos o devido valor a cada coisa realizada por nós? Acho que muitas vezes não.
Precisamos sempre nos deparar com algo que ameace o que já conquistamos para nos darmos conta de que o que já foi conquistado é importante, e não deve ser tirado o seu valor nunca. Como exemplo bem simples, temos: quantas pessoas entraram no primeiro emprego e depois de um certo tempo, começou a ficar desmotivado? Nos primeiros anos, a empolgação pelo novo e pelo gosto da conquista alimentou a empolgação para o trabalho. Mas, com o passar do tempo, o trabalho cai na rotina e os dias ao trabalho se tornam mais difíceis, desmotivados e qualquer dificuldade no dia-a-dia do trabalho é encarado com mais impaciência. Porém, se esse mesmo emprego é ameaçado de terminar, devido a uma demissão, nos sentimos inseguros, tristes, pois estamos perdemos algo que havíamos conquistado e ganho, porém não soubemos cultivar.
Com esta pequena estória, tento traduzir que conquistar, perder, cultivar ou não os momentos e acontecimentos da vida é sempre uma escolha, feita por cada um de nós. E para sermos responsáveis pelas consequências de nossos atos, estabelecer um bom exercício do livre arbítrio, é preciso pensar e não somente se impulsionar ao contexto da vida.
E desta forma sugiu a poesia a seguir:
Muitos imaginam que pensam,
Outros pensam que imaginam.
Uns sonham acordados,
Outros já deixaram de sonhar.
Se sonhar há o risco de um futuro confisco
Da idéia imaginada.
Mas se não sonhar não vive,
A motivação vem por metas,
Muitas vezes não concretas.


